sábado, 11 de maio de 2013
DIA DAS MÃES
NA SEXTA-FEIRA 11 DE MAIO, REALIZAMOS EM NOSSA UNIDADE ESCOLAR A COMEMORAÇÃO PARA AS MÃES. UM LINDO TRABALHO REALIZADO PELA EQUIPE DE PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS, QUE NÃO MEDIRAM ESFORÇOS PARA A REALIZAÇÃO DO EVENTO.
TIVEMOS APRESENTAÇÕES COM OS ALUNOS, UMA APRESENTAÇÃO DO PROJETO CIRCO, ENTREGA DAS FLORES E UM LINDO CHÁ FOI OFERECIDO PARA OS PRESENTES.
PARABÉNS A TODOS PELO TRABALHO E DEDICAÇÃO.
EQUIPE NOTA 10!!!!!!!
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| APRESENTAÇÃO DO PERÍODO DA TARDE |
TAMBÉM CONTAMOS COM A PRESENÇA DA SUPERVISORA LUCIENE, QUE NOS EMOCIONOU COM UMA LINDA MENSAGEM, DRAMATIZADA COM A AJUDA DE UMA MÃE COM A FILHA, UM ALUNO DO 3º ANO E NOSSO INSPETOR NAILTON.
MENSAGEM:
Há alguns anos,
em um dia quente de verão,
uma pequena menina decidiu
ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.
em um dia quente de verão,
uma pequena menina decidiu
ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.
Na
pressa de mergulhar na água fresca,
foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias.
Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.
foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias.
Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.
Sua
mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto
um do outro. Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para sua filha o
mais alto quanto conseguia.
Ouvindo sua voz, a pequena se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe.
Ouvindo sua voz, a pequena se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe.
A
mãe agarrou sua menina pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés. Começou
um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que
a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixá-la ir.
Um
fazendeiro que passava por perto ouviu
os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.
De
forma impressionante, após semanas no hospital, a pequena menina sobreviveu.
Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os
riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre a
filha que ela amava.
Um
repórter de jornal que entrevistou a menina após o trauma, perguntou-lhe se
podia mostrar suas cicatrizes.
A menina levantou seus pés.
A menina levantou seus pés.
E
então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:
-
Mas olhe em meus braços.
Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também.
Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.
Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também.
Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.
Você
e eu podemos nos identificar com essa pequena menina.
Nós também temos muitas cicatrizes.
Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática.
Mas as cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor.
Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir.
Nós também temos muitas cicatrizes.
Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática.
Mas as cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor.
Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir.
E
enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.
Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor seja Deus cravando- lhe suas unhas para não te deixar ir.
Lembre-se do jacaré e muito mais Daquele que, mesmo em meio a tantas lutas, nunca vai te abandonar e, certamente, vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.
Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor seja Deus cravando- lhe suas unhas para não te deixar ir.
Lembre-se do jacaré e muito mais Daquele que, mesmo em meio a tantas lutas, nunca vai te abandonar e, certamente, vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO CIRCO, COM O PROFESSOR MÁRCIO E ULISSES. PARABÉNS AOS PROFESSORES E ALUNOS.
| DIRETORA VERA COM A NOSSA SUPERVISORA LUCIENE |
EQUIPE GESTORA E SUPERVISORA LUCIENE
quinta-feira, 4 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
A PÁSCOA
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
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